Friday, 14 August, 2026г.
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Abelhas africanizadas Apis mellifera scutellata

Abelhas africanizadas Apis mellifera scutellataУ вашего броузера проблема в совместимости с HTML5
Apis mellifera scutellata Classificação científica Reino: Animalia Filo: Arthropoda Classe: Insecta Ordem: Hymenoptera Subordem: Apocrita Superfamília: Apoidea Família: Apidae Género: Apis Espécie: A. mellifera Lepeletier (1836) Subespécie: A. m. scutellata x A. m. ligustica A. m. mellifera A. m. carnica (poliíbrida) Nome trinomial A. m. scutellata x A. m. ligustica x A. m. mellifera x A. m. carnica A abelha africanizada ou abelha do mel africanizado, também conhecida coloquialmente como "abelha assassina", é uma híbrida de espécies ocidentais de abelha (Apis mellifera) com abelhas africanas (A. m. Scutellata). São produzidas originalmente por cruzamento da abelha africana, com abelhas europeias, como a abelha italiana (A. m. Ligustica) e a abelha ibérica (A. m. Iberiensis). A abelha africanizada foi criada e introduzida pela primeira vez no Brasil na década de 1950, em um esforço para aumentar a produção de mel, mas em 1957, 26 enxames escaparam acidentalmente da quarentena. Desde então, a nova espécie híbrida se espalhou por toda a América do Sul e chegou à América do Norte em 1985. Várias colmeias da espécie foram encontradas no sul do estado americano do Texas em 1990.[1] As abelhas africanizadas geralmente são muito mais defensivas que as outras espécies de abelha e reagem a pertubações muito mais rapidamente do que as abelhas ocidentais. Elas podem perseguir uma pessoa a mais de 400 metros, e já mataram cerca de 1000 pessoas, as vitimas geralmente recebem dez vezes mais picadas que nos ataques de abelhas europeias.[2] Elas também já foram responsáveis por matarem cavalos e outros animais. Índice
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