Modifique-me
As águas estão baixando...
Mas como baixando?
Estão sumindo da planície terrestre...
Matas ciliares... Cada vez menos cílios...
As lagrimas que dantes surgiam da felicidade
Que a terra tinha em sentir o mundo exterior
Agora vertem contaminadas com os venenos dos garimpos...
Sovertem com a felicidade
Investe em insalubridades
Hediondos será o sofrimento do mundo
Vertera do mais fundo... Profundo desconforto.
Fogo,
Larva tórrida,
Emudecido o ar de enxofre,
A disenteria da terra diante de tanta contaminação.
O planeta sofre de todas as doenças.
Mascarado com idéias de evolutivas improcedências.
As riquezas materiais,
Findará na pobreza existencial.
E mesmo os milionários não combaterão o próprio câncer.
Arrotarão os milhares de dólares.
E vomitarão os transgênicos da própria mutação genética.
Não serão anjos da evidente mudança,
Mas prostrarão como os demônios do extermínio.
Víltres inconseqüentes.
Mobilizado pela evidente burrice humana
Seqüestrem meu cérebro e então me modifique.
Claudio Deno
Santa Rita do Araguaia (GO), 04 de setembro de 2009.
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