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Risco
Quando tratamos de investimentos podemos conceituar o risco como tudo aquilo que ocorre diferente do esperado.
Você já passou pela experiência de se apaixonar, fazer milhares de planos e dar tudo errado? Pois é, este é o risco do amor. Pode dar tudo errado.
Sempre que falamos de risco em relação a investimentos logo nos vem à mente a máxima: “Quanto maior o risco, maior o retorno”.
Será mesmo?
Quanto maior a liquidez de um ativo, menor a chance deste ser insolvente.
Um ativo insolvente é aquele onde a dificuldade de transforma-lo em dinheiro é muito grande.
Um exemplo são os imóveis de alta renda. Um apartamento de 10 milhões apresenta poucos compradores em potencial, isso o transforma em um ativo de pouca liquidez.
Caso haja uma necessidade de urgência na liquidação deste imóvel, devido ao pequeno número de negociações deste tipo de imóvel pode ser necessário conceder um grande desconto ocasionando prejuízos.
Renda Fixa x Renda Variável
Principais Tipos de Risco
Valor da Liquidez
- Risco País;
- Risco Sistêmicos;
- Risco não Sistêmico;
- Risco de Mercado;
- Risco de Mercado Externo;
- Risco de Crédito;
- Risco de Liquidez;
Investidores famosos e de sucesso como Warren Buffet e George Soros buscam sempre o menor risco possível para seus investimentos.
Não existem investimentos melhores ou piores, apenas investimentos adequados aos diferentes perfis de risco.
O melhor investimento para você obedece um equilíbrio entre Risco, Rentabilidade e Liquidez.
Rentabilidade:
A rentabilidade é o resultado, positivo ou não do investimento.
Liquidez:
Definimos como liquidez a facilidade de um ativo ser transformado em liquidez corrente (dinheiro). É o prazo para o resgate do investimento.
Rentabilidade x Liquidez
Na
RENDA FIXA
a forma da remuneração é pré-estabelecida, sendo esta renda pré ou pós fixada.
Na
RENDA VARIÁVEL
, tem uma frase que gosto muito. “Renda variável, vareia” A elegância está na simplicidade da frase, pois qualquer investimento em renda variável está sujeito ao imponderável.
Risco País
Com a instabilidade econômica é muito comum ouvirmos este termo nos jornais e assuntos relacionados a economia.
Para investidores institucionais este indicador sempre esteve presente, e é voltado para países em desenvolvimento ele é muito utilizado para tomada de decisões de investimento em países como Brasil, México, Argentina, Rússia, Nigéria, Filipinas….
Risco Sistêmicos
Os riscos sistêmicos são aqueles que afetam a economia como um todo e não podem ser controlados.
O maior exemplo de um risco sistêmico é uma grande crise econômica mundial como a crise de 1929 e de 2008.
Este é um risco do qual o investidor não tem controle e não pode ser evitado.
Risco Não Sistêmicos
O risco não sistêmico é possível ser minimizado através da diversificação dos investimentos.
Diferente do risco sistêmico, o risco não sistêmico afeta apenas determinado investimento, empresa ou setor.
Riscos de Mercado Externo
Quando um investidor possui recursos no mercado externo o valor do seu patrimônio pode sofrer oscilações devido a variação da taxa de câmbio.
Risco Operacional:
é comum com operações externas uma vez que o investidor fica suscetível a falhas nos mais diversos sistemas de pagamentos.
Risco Legal:
Este termo foi muito falado durante o processo de impeachment da presidente Dilma em 2016. Este tipo de risco está relacionado a confiabilidade jurídica de um país.
Risco de Câmbio:
Risco da variação da moeda em que os investimentos são realizados.
Risco de Crédito
Risco de Liquidez
É a possibilidade que a contraparte da operação não honre com suas obrigações.
O descumprimento das obrigações pode ser total ou parcial.
O risco de liquidez é definido pela possibilidade da perda de capital pela incapacidade de liquidar determinado ativo em tempo razoável sem perda de valor.