Tuesday, 16 June, 2026г.
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ENFEITIÇAMENTO VERBAL (pelo espírito Ramatís)

ENFEITIÇAMENTO VERBAL (pelo espírito Ramatís)У вашего броузера проблема в совместимости с HTML5
ENFEITIÇAMENTO VERBAL Extraído do livro MAGIA DE REDENÇÃO, psicografado por Hercílio Maes. Capítulo 2 ENFEITIÇAMENTO VERBAL PERGUNTA: — Que significa enfeitiçamento verbal? RAMATIS: — O enfeitiçamento ou a bruxaria, na realidade, pode efetivar-se pela força do pensamento, das palavras e através de objetos imantados, que produzem danos a outras criaturas. O enfeitiçamento verbal resulta de palavras de crítica antifraterna, maledicência, calúnia, traição à amizade, intriga, pragas e maldições. A carta anônima e até mesmo a reticência de alguém, quando, ao falar, dá azo a desconfiança ou dúvida sobre a conduta alheia, isso é um ato de enfeitiçamento. O seu autor é responsável perante a Lei do Carma e fica sujeito ao “choque de retorno” de sua bruxaria verbal, segundo a extensão do prejuízo que venha a resultar das palavras ou gestos reticenciosos desfavoráveis ao próximo. A palavra tem força, pois é o veículo de permuta do pensamento dos homens, os quais ainda não se entendem pela telepatia pura, conforme acontece noutros planetas adiantados. Consoante a significação, a intensidade e o motivo da palavra, ela também se reveste de igual cota de atéria sutilíssima do éter-físico, sobre aquilo que ela define. Quando a criatura fala mal de alguém, essa vibração mental atrai e ativa igual cota dessa energia das demais pessoas que a escutam, aumentando o seu feitiço verbal com nova carga malévola. Assim, cresce a responsabilidade do maledicente pelo caráter ofensivo de suas palavras, à medida que elas vão sendo divulgadas e apreciadas por outras mentes, atingindo então a vítima com um impacto mais vigoroso do que o de sua força original. O malefício verbal segue o seu curso, pessoa por pessoa, assim como a bola de neve se encorpa lançada costa abaixo! A mobilização de forças através do verbo é predominantemente criadora, é uma ação de feitiçaria de consideráveis prejuízos futuros para o seu próprio autor, pois as palavras despertam idéias e estas, pelo seu reflexo moral de “falar mal” de outrem, produzem a convergência de forças repulsivas, as quais se acasalam à natureza do pensamento e do sentimento, tanto de quem fala como de quem ouve. Sem dúvida, esta espécie de bruxaria através de palavras, também varia conforme a culpa e a responsabilidade da criatura. PERGUNTA: — Poderíeis explicar-nos melhor esse assunto? RAMATIS: — Evidentemente, a pessoa que fala mal de outrem só por leviandade, há de ser menos culpada espiritualmente do que quem o faz por maledicência, inveja, sarcasmo, ódio ou vingança. No primeiro caso, as palavras não possuem a força molesta própria de uma deliberação malévola consciente. A criatura leviana é menos responsável do que a maldosa; porém, aquela que se concentra na ação deliberada de prejudicar alguém pelo pensamento, pela palavra ou pela bruxaria através de objetos preparados, movimentando forças tenebrosas contra o próximo, elabora ou cria o seu próprio infortúnio. ________________________________________________________________ Vídeo editado no Sony Vegas. http://www.sonyvegas.com.br/ Vozes digitais gravadas no Balabolka. http://www.cross-plus-a.com/br/balabolka.htm Música: Space Coast
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