Sunday, 12 July, 2026г.
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Sustentabilidade nas profissões: economia

Sustentabilidade nas profissões: economiaУ вашего броузера проблема в совместимости с HTML5
Como uma pessoa que trabalha no mercado financeiro pode inserir a sustentabilidade na sua rotina de trabalho? Qual o papel do pilar financeiro da sustentabilidade além de lucro e retorno sobre investimento? Baixe o 4º e-book da série Panorama da Sustentabilidade: https://goo.gl/ys69wq Inscreva-se no canal: https://goo.gl/ZsYj4f Acompanhe o Sustentaí nas redes sociais: Facebook: http://facebook.com/sustentai Instagram: http://instagram.com/sustentai Twitter: http://twitter.com/sustentavell Quer saber sobre sustentabilidade e inovação nas empresas? Acesse: http://www.sustentabilidadecorporativa.com Quer falar com a gente? [email protected] Entre em contato para palestras, eventos e cursos de inovação e sustentabilidade! Gostou do vídeo? Curta, compartilha e assine o canal pra não perder as novidades que vêm por ai! O Sustentaí tem como missão mudar o mundo por meio da democratização do conhecimento da sustentabilidade e da educação para a sustentabilidade. E queremos fazer isso de uma forma divertida. Porque entendemos que ninguém precisa ser expert em sustentabilidade para fazer o que é certo. Transcrição do vídeo: Hoje vou falar das duas coisas que eu mais amo profissionalmente, que é a economia e a sustentabilidade. Meu nome é Julianna e eu apresento o Sustentai. Quando a gente fala de economia e sustentabilidade, noooooossa, um mundo infinito de coisas vem à cabeça. Economia compartilhada, economia circular, economia de baixo carbono. Ó, economia de baixo carbono é só amor no meu coração. Mas antes de pensar nisso, vamos pensar numas das áreas com maior campo de atuação para um economista: o mercado financeiro. E gente, dá pra fazer um trabalho tão sensacional unindo finanças e sustentabilidade... Julianna, mercado financeiro é O CAPETA. Olha a crisona que a gente teve em 2008 por conta de subprime, derivativos e sei lá mais o quê... Sim, e isso é algo que deve ser muito discutido e muito bem regulamentado. Mas o que eu quero falar é do copo meio cheio. Vamos pensar aqui nas finanças sustentáveis. A gente pode trata-las por diversas perspectivas. A de um fundo gestor de recursos, por exemplo. Como aplicar o conceito de finanças sustentáveis nessa área? Simples, não investir tendo como único e exclusivo critério o fator dinheiro. Imagina uma administradora de recursos que gere o fundo de pensão dos velhinhos de Taubaté e pega esse dinheiro e investe em um empreendimento que tem a obra embargada por problemas no licenciamento ambiental, ou por questões trabalhistas ou então porque a região do entorno não deu a “licença social” para aquilo acontecer? Então, quando um analista de investimentos vai analisar onde colocar o dinheiro que confiam a ele, é bem prudente e necessário fazer uma análise de critérios de sustentabilidade junto com a análise financeira. Inclusive, tem os chamados Princípios do Equador, que é um conjunto de diretrizes que ajuda a determinar, avaliar e gerenciar riscos ambientais e sociais de projetos que recebem investimentos de instituições financeiras. Se não me engano, todos os principais bancos que atuam no Brasil são signatários. Inclusive, é bem bom a gente ficar de olho e cair em cima de banco que financia projetos bem controversos, tipo Belo Monte da vida. Saindo do mercado financeiro, indo para a parte de finanças e economia dentro das empresas, o economista, junto com o contador, pode trabalhar fazendo o relatório financeiro das empresas, principalmente se ela for listada em bolsa de valores. Aí tem uma coisa bem legal que já vem acontecendo, que é o relatório integrado. Em 2009 surgiu o IIRC, que é um conselho internacional que trata de relatórios integrados. O objetivo do IIRC é estimular que as empresas incorporem os relatórios de sustentabilidade aos relatórios financeiros. A questão de colocar os dois em um lugar só, é que isso permite mostrar ao investidor a importância que a empresa dá para a sustentabilidade e como isso pode significar uma gestão mais perene, com menos risco e mais valor. Outro campo de atuação bem legal para o economista, é o do microcrédito, que além de promover a sustentabilidade, principalmente pelo lado da responsabilidade social, dá o maior sentido para a nossa vida. O microcrédito quando é concedido, ele gera tipo uma reação em cadeia. A gente tá falando de geração de renda e emprego, de circulação de dinheiro dentro de comunidades, de redução de pobreza... Pô, isso é a economia do amor. Tá vendo como economia não é coisa do capeta? Enfim, galera, é isso. No programa da quinta, vou entrevistar um economista que vai falar da economia que eu mais amooooooo, que é a economia da energia. Espero que tenham gostado, curte a gente aqui e curte a gente nas redes sociais. Tchau!
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