Friday, 26 June, 2026г.
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Teste Firefly. "Moto"-cadeira de rodas

Teste Firefly. "Moto"-cadeira de rodasУ вашего броузера проблема в совместимости с HTML5
Eu sou tetraplégia, e testei um Firefly de paraplégicos para uma amiga cadeirante. Nada profissional, mas dá pra ter uma ideia de como funciona o equipamento. ;-) Galera, copiei minha análise de leiga da minha fanpage e colei aqui porque muita gente ficou com dúvidas. Quem quiser conhecer a fanpage: https://www.facebook.com/acarlamaia/timeline A cadeira de rodas vira quaaase uma “moto”. A ideia é essa. Eu quis testar! Um: pela possibilidade de independência pra mim, que não consigo tocar a cadeira sozinha por longas distâncias. Dois: por causa de uma grande amiga cadeirante, que precisa “aposentar” a ajudante, e passar a ir sozinha pro trabalho, que é umas duas, três, quatro quadras da casa dela. Rsrs... Eu acho! A nossa diferença: eu sou tetra, não mexo as mãos. Ela é paraplégica, mexe as mãos. Daí, coloquei aqui para quem quiser ver minha análise de possível consumidora. Nada profissional. Mas, pode ajudar alguém. Bom, testei a “moto”-cadeira, que se chama Firefly, SEM adaptação para tetra. Ou seja, foi bem difícil dirigir. Mesmo assim, deu pra sentir alguns pontos. Agora, sem as devidas adaptações para tetra dirigir, impossível usar o produto. Segundo o vendedor, existem tais adaptações no fabricante para encomendar. Se vc é paraplégica, como a minha amiga, aí vãos dicas que dou para ela: Como funciona: na sua cadeira de rodas são instalados quatro pinos. Neles, o Firefly se encaixa de forma bem fácil, e ela vira um triciclo. Só que a parte da frente tem um motor que vai puxar todo o resto. Qualquer cadeirante que mexa as mãos consegue encaixa-lo nos pinos (veja no vídeo). Depois disso, vc ajusta a velocidade em um controle digital (que pode ser alterada durante o trajeto). Para acelerar, tem que girar o manete direito para trás, como se faz em motos, e manter ele girado. É o acelerador. Por isso, foi difícil para mim que não mexo os dedos. Não conseguia manter o acelerador girado. Aí, a motinho parava. Para frear, se aperta os freios, igual em guidom de bicicleta. Kkkk... eu também não conseguia. Aí alguém saía correndo pra me parar e eu não bater no poste!! ANÁLISE: Lazer: a motinho vai bem rápido. Ventinho no rosto é uma delícia! No meu teste, andou na grama e subiu rampa. Por incrível que pareça, de ré sobe mais fácil por causa das rodas grandes da cadeira. Para subir de frente, dependendo do quão íngreme é a rampa, o cadeirante tem que dar uma jogadinha de tronco pra frente pra ajudar a rodinha pequena a subir. Sem peso na frente, ela pode rodar em falso. O Marcus, que é paraplégico, testou e subiu sem dificuldade aparente. Mobilidade: dá para o cadeirante fazer longa distância de forma rápida. A moto é bem silenciosa. Eu usaria dentro de um shopping. A bateria é carregada em energia elétrica (não testei duração. A minha cadeira motorizada, dura em torno de 8h). Passou em um quebra-molas com dificuldade, acho que foi imperícia do motorista. Rsrsrs... Quando retornou, passou com mais facilidade, mas pelo lado e não por cima (tem no vídeo o retorno). Pode pegar chuva, mas não pode passar dentro de uma poça de água. Achei ideal para quem quer usar a motinho sem precisar de transporte público. Exemplo, entrar com ele no ônibus. Pra minha amiga, por exemplo, acho que serviria perfeitamente. Ela encaixa na cadeira de rodas o Firefly, vai rodando para o trabalho, chega lá, desencaixa, guarda num cantinho e trabalha como de costume com apenas sua cadeira de rodas. Na volta, encaixa a motinho e vruuum para casa. Só teria de ver se tem espaço no elevador. Sua cadeira de rodas fica maior, tipo uma scooter. No caso de andar por lazer, ele cabe no porta-malas do carro. Chegou ao parque ou calçadão (praia não viu. Não anda na areia, snif..), encaixa o Firefly e vruuum... Pois é. Tem que ver se o transporte público que vc usa, caberia a cadeira maior, com o Firefly conectado. E claro, se no percurso que vc vai andar, como as sete quadras da minha amiga, hihihi, se tem rampas. A “moto”-cadeira não sobe calçadas. Ah, o preço? R$ 8.200,00. Se interessar, o Marcus Zulefato pode dar mais informações. Criei este vídeo com o Editor de vídeos do YouTube (http://www.youtube.com/editor)
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